Um curso de criação como um curso de rio. Refletir e recriar as histórias vividas e contadas. Como incorporar as estórias e corporificar um corpo livre, nu, sensível e derivante. Um passeio por alguns tempos.
Breve currículo
Laís Castro é artista da performance, pesquisadora, professora e curadora independente. Doutoranda em Artes da Cena pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é licenciada e mestre em Dança pela mesma instituição e especialista em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). É diretora de criação da Associação Cultural Peneira e anfitriã do espaço de arte Citrus Ateliê, em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, onde desenvolve encontros e proposições voltadas à estética periférica na arte contemporânea. Sua pesquisa acadêmica e artística investiga os cruzamentos entre audiovisual, performance e subjetividade periférica. Dirigiu os trabalhos Trilha Marginal, Fade Out do Olhar, Sucessivos Presentes e Verde; idealizou a Jam Citrus e foi assistente de direção do espetáculo Entre Horizontes Móveis, apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2022. Produziu e atuou nos trabalhos em vídeo Videocast 001, Volta do Lado de Fora e Fogo!. Participou dos festivais Diálogos sobre o Feminino no Centro Cultural Banco do Brasil (São Paulo e Brasília, 2016), Satyrianas no Espaço Satyros (2016), Fringe – Festival de Curitiba (2016), Panorama – Festival Internacional de Dança (Rio de Janeiro, 2011, 2013, 2018, 2023 e 2025), Auteurs de Troubles (Lyon, França, 2012), Dança em Foco (2013), A Segunda Black (2023) e Colaboratório – Festival Panorama (2025). Produziu ainda a Mostra Citrus de Dança Contemporânea (2016), contemplada no edital de ocupação dos teatros da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ), o CORPAS – Encontro de Performances de Mulheres Negras (2018) e o Festival Margem Visual (2021 e 2022).