É importante ligar o rádio de vez em quando Ampliar

É importante ligar o rádio de vez em quando

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Íris Faria Vega (Brasil)

É importante ligar o rádio de vez em quando,  2026

vídeo, cor, com som, 1920 × 1080, 03:00

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Sinopse:

Em três minutos, são partilhados fragmentos de uma pequena viagem de carro pouco planejada pela Macapá. Passando por paisagens da Amazônia brasileira, as cenas, capturadas por um celular doado, ganham um corte seco, como as mudanças de estação de rádio. Ouve-se um pouco do que tocou no rádio neste dia, além das vozes das pessoas que habitam o automóvel. Nas entrelinhas, uma história de amor. É importante ligar o rádio de vez em quando.

Breve Currículo:

Íris Faria Vega, na condição de doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, propõe-se a analisar a saudade como princípio de criação artística e sua relação com o tempo-

espaço da memória na contemporaneidade. A pesquisadora compôs a equipa de Mediação Cultural e Programa Educativo da Bienal de Arte Contemporânea Anozero Coimbra 25, bem como é membro-fundadora do Núcleo de Experimentações em Arte Contemporânea – NEAC do Colégio das Artes da UC. Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA),

na linha de pesquisa História, Dramaturgia e Recepção. Bacharela em Direção Teatral pela UFBA (2020), com Mobilidade Acadêmica

para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2018) e bacharela em Interpretação Teatral pela UFBA (2017). Atuou como Mediadora

Cultural, Frente de Casa, Assistente de Mediação e Assistente de Montagens do Teatro Académico de Gil Vicente.

Em Coimbra, destacam-se suas produções artísticas nos âmbitos das performances e curadorias de instalações performáticas, com destaque para "Saudade é ser depois de ter: chegadas partidas de artistas

imigrantes e refugiados", realizada na Casa da Esquina e; "Hoje não tem chá das cinco porque eu trabalho até às seis", no Colégio das Artes (UC). A última exposição de que fez curadoria, "Memória das Águas - quantas saudades cabem em nossos corações" está aberta para visitação na Amazônia (Macapá) e em Coimbra.